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na economia circular

A forma como consumimos recursos terá enormes implicações para o planeta nos anos vindouros. Os combustíveis e materiais fósseis estão a esgotar-se mas, à medida que a classe média emergente cresce em todo o globo, parece existir uma procura crescente de energia e bens. A ‘economia circular’ é um conceito que utiliza recursos naturais de uma forma mais sustentável e inteligente. Leia para saber como a Philips está na vanguarda da promoção de uma nova filosofia que incentiva uma utilização mais eficaz e eficiente dos recursos.

Planeta, pessoas e lucro:
compreender as ligações

obter utilizar e devolver, infografia da economia circular

A ‘economia circular’ é simultaneamente uma filosofia e um plano de negócios concreto. A ‘economia circular’ tem como objetivo uma energia 100% renovável e zero resíduos em aterro. Para que tal aconteça, são criados novos empregos nos setores da reciclagem, reparação, remodelação e serviços. Trata-se de um conceito que tem revelado uma dinâmica constante nos últimos e anos e que melhora  o ‘triplo objetivo’ do ambiente, da humanidade e da rentabilidade.

 

Essencialmente, quando uma economia se torna circular, os recursos são utilizados de forma muito mais eficaz. Leva-nos de um modelo linear de 'obter, fazer e eliminar' para um modelo em que o ciclo dos materiais se fecha e em que os produtos são regenerados. O objetivo é estimular o crescimento sem prejudicar o mundo natural nem danificar ecossistemas valiosos.

 

Os materiais, componentes e produtos são reutilizados neste mundo circular. Além disso, criam-se mais-valias através de poupanças de custos e do desenvolvimento de novas oportunidades de mercado.

obter utilizar e devolver, infografia da economia circular

 

A economia circular é um estímulo para a inovação que requer uma nova geração de materiais, a par de desenvolvimentos e do processo de produção."

- Frans van Houten, CEO da Royal Philips

Uma visão partilhada para o futuro

Na qualidade de uma das maiores multinacionais, com reputação em termos de inovação e rápida adoção de novas tendências e tecnologias, a Philips compreende as suas responsabilidades perante o planeta e as comunidades locais. Por sua vez, também vê o enorme potencial do conceito de economia circular. É por este motivo que adotou os princípios reparadores da economia circular e se tornou num parceiro estratégico da Ellen McArthur Foundation, fundada pela famosa velejadora britânica em 2010.

Há três anos atrás, no Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, a fundação lançou o CE100 como uma forma de promover a economia circular e de ligar empresas estabelecidas a inovadores e regiões emergentes.

Infografia Ciclo de 40 anos para a economia circular, Philips Lighting, Escritório do Futuro

 

O impacto será enorme: prevê-se uma vantagem económica anual, somente para Europa, de 1,8 milhões de milhões de EUR* em 2030,"

* Fonte: McKinsey – Growth within: A circular economy vision for a competitive Europe.

Anton Brummelhuis, um campeão da sustentabilidade da Philips Lighting, afirma que nos encontramos apenas na fase inicial do fenómeno: “Podemos encarar este período como um período de transição. Passar de uma população fumadora para uma população não fumadora demorou 40 anos. A sustentabilidade, como tópico genérico, também requer uma transição de 40 anos. Atualmente, estamos na fase inicial de adoção com a economia circular".

Uma mudança na cultura:
da propriedade aos serviços geridos


As atitudes e preferências dos consumidores estão a mudar rapidamente. Muitas pessoas têm consciência de quão insustentáveis foram os modelos económicos tradicionais num mundo em que os recursos estão a esgotar-se rapidamente. Assim, é compreensível que procurem uma alternativa.

 

Um dos grandes temas da economia circular é uma transição da propriedade de produtos que requerem substituição para a introdução de um serviço gerido. Embora esta tendência seja já visível no domínio do consumidor (AirBnB, Uber), Anton Brummelhuis, Diretor de Sustentabilidade Sénior da Philips, admite que a ideia de propriedade ainda se encontra enraizada em algumas empresas.

 

“Estes conceitos requerem uma mudança de pensamento,“ afirma, “bem como de ações e de papéis e responsabilidades. Algumas pessoas não gostam de mudar, mas a tendência clara mostra que estamos a caminhar nesta direção. A economia de partilha está em franco crescimento.”

 

Aponta para marcas de consumo como Spotify e Netflix para demonstrar que, para os “millennials”, a ideia de “propriedade” é irrelevante.

Colocar princípios em prática:
A luz como um serviço

Brummelhuis apressa-se a fazer notar que, atualmente, 40% de toda a iluminação é ineficaz, mas continua a ser necessário pagá-la. As tecnologias estão obsoletas e existem custos ocultos, mas esta situação está a mudar, na medida em que a luz é fornecida como um serviço.
Infografia 40% de toda a iluminação é ineficaz, Anton Brummelhuis, Philips Lighting

A iluminação inteligente é um exemplo interessante do princípio da economia circular, uma vez que as empresas têm a possibilidade de instalar LEDs de longa duração e a Philips mantém a propriedade e fornece serviços geridos para prolongar a vida útil e o desempenho. Nesta situação vantajosa para todas as partes, o cliente pode tirar total partido das soluções mais recentes, com custos energéticos reduzidos e poupanças nas operações em virtude da manutenção reduzida e da menor depreciação.

 

O mercado de segunda mão oferece a possibilidade de obter novas mais-valias a partir de peças e luminárias usadas. E, no fim do período de serviço, os produtos de iluminação podem ser renovados ou reciclados, tornando-se parte de um ciclo de novos materiais.

Infografia 40% de toda a iluminação é ineficaz, Anton Brummelhuis, Philips Lighting

 

Temos a possibilidade de oferecer uma solução LED com iluminação que é monitorizada e controlada. O resultado líquido é que, com os mesmos custos operacionais, conseguimos oferecer luz de melhor qualidade e as poupanças energéticas e a vida útil prolongada ajudam a pagar o investimento inicial."

- Anton Brummelhuis, Philips Lighting

Assumir a responsabilidade

 

Originalmente, a gestão de resíduos era da responsabilidade do governo. Posteriormente, o ónus passou para o consumidor através da reciclagem proativa. Hoje em dia, a tendência dentro da UE é no sentido de tornar o produtor responsável pelo fim de vida do produto.

 

Quando a Philips cria iluminação, o design é modular, adequado a um fácil controlo e desmontagem. Deste modo, as peças mais fracas são trocadas em primeiro lugar. “A economia circular significa a preservação do valor das bases instaladas e o prolongamento da vida útil”, afirma Brummelhuis. “Os novos ciclos de investimento são adiados”.

 

É uma lógica que terá cada vez mais adeptos num mundo de escassos recursos. Talvez seja melhor deixar a última palavra para o CEO da Royal Philips, Frans van Houten. “É possível que, daqui a quinhentos anos, as pessoas olhem para trás e afirmem que foi a Revolução da Economia Circular que abriu caminho para uma nova era de sabedoria e prosperidade.”

Infografia Philips Lighting, economia circular

 

É possível que, daqui a quinhentos anos, as pessoas olhem para trás e afirmem que foi a Revolução da Economia Circular que abriu caminho para uma nova era de sabedoria e prosperidade."

- Frans van Houten, CEO da Royal Philips

Infografia Philips Lighting, economia circular

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