5 cosas que deberías saber sobre el fin de los halógenos

A norma ErP

 

A partir de 1 de setembro de 2016, já não é possível fabricar ou importar lâmpadas de halogéneo direcionais de tensão de rede (“lâmpadas refletoras”) para revenda na UE. O material existente em stock poderá continuar a ser vendido após esta data mas, a partir de 2018, as lâmpadas de halogéneo serão retiradas por completo.

Os focos de halogéneo seguem o caminho das lâmpadas incandescentes, as lâmpadas que iluminaram todos os lares durante mais de um século. Várias diretivas europeias foram retirando progressivamente do mercado as lâmpadas de 100 watts, seguindo-se as de 75 e 60 e, por último, as de 40 e 25 watts. No seguinte vídeo, Enrique Valer fala-nos acerca das premissas da norma, bem como das alternativas às lâmpadas afetadas.
Tendências em iluminação e LED – Retirada de lâmpadas de halogéneo Philips Lighting do mercado
Enrique Valer fala acerca das premissas da norma, bem como das lâmpadas afetadas e alternativas às mesmas.

5 coisas que talvez não saiba

1. Por que motivo surge agora uma lei contra os halogéneos?


Na verdade, a proibição chega 10 anos após a sua petição por parte do setor da iluminação, uma vez que, contrariamente ao que se pensa, as luminárias de halogéneo não são ecológicas e, em comparação com a tecnologia LED, consomem até 10 vezes mais energia. Por isso, continuar com esta tecnologia representa um atraso no setor e na qualidade de vida das pessoas, das suas habitações e das cidades.

 

2. Não existe uma, mas sim duas proibições às lâmpadas de halogéneo. Sabe quais são?

 

Aqui, temos de ser um pouco mais técnicos e fazer a distinção entre luzes de halogéneo unidirecionais, as clássicas que podemos encontrar em todas as habitações e empresas, tais como as luminárias de ligação GU10 ou os focos PAR30, que já não se podem fabricar ou importar para revenda na UE. O material existente em stock poderá continuar a ser vendido após esta data mas, a partir de 2018, as lâmpadas de halogéneo serão retiradas por completo.

É aqui que surge a segunda proibição, a qual entra em vigor a partir de 1 de setembro de 2018 e afeta as lâmpadas de halogéneo não direcionais, que se utilizam bastante para sistemas de vários focos como, por exemplo, os candelabros.


Resumindo, a nova regulamentação sobre os halogéneos afeta as lâmpadas refletoras, incandescentes e não direcionais e a Philips Lighting oferece uma gama atrativa de alternativas LED para substituição das lâmpadas refletoras de halogéneo de 230-240 V proibidas.


Se tiver dúvidas sobre as possíveis luzes de halogéneo que possa ter, consulte este PDF, onde pode encontrar as soluções LED que a Philips Lighting oferece para substituir as suas luzes de halogéneo de forma rápida e simples.

3. O LED é a solução?


A tecnologia LED é 90% mais eficiente do que a iluminação de halogéneo. Vários fatores demonstram que a tecnologia LED é superior como, por exemplo, a duração: 15 anos em comparação com 2; a poupança: mais de 50% de poupança na fatura da luz; a poluição: cerca de 300 kg de CO2 a menos num ano para uma habitação média.
Segundo estes dados, o LED é a melhor solução face à proibição dos halogéneos, uma vez que, além de proporcionar todos estes benefícios indicados anteriormente, a sensação luminosa é igual e, na maioria dos casos, até mesmo melhor.

 

4. O que posso fazer se gosto do halogéneo?


Os fãs do halogéneo preferem este tipo de iluminação à tecnologia LED pelo efeito de atenuação que é possível obter com as luminárias, mas este efeito é fácil de igualar ao adquirir uma lâmpada LED de gama alta e combiná-la com um globo de vidro, uma vez que as alternativas em plástico não conseguem proporcionar este efeito. Além disso, se quiser evitar problemas da próxima vez que precisar de trocar de lâmpada e quiser dar o passo na direção do LED, recomendamos que, antes de comprar qualquer LED, verifique a temperatura e a potência da lâmpada para evitar uma má iluminação da sua habitação.


5. O que existe para além do halogéneo?


A iluminação LED será uma revolução total para as habitações, as empresas e as cidades. O seu caráter e natureza digital têm um potencial que ainda está por explorar. A cor e a luminosidade podem variar e permitem criar

ambientes versáteis, bem como produzir ambientes para trabalhar, descontrair ou concentrar-se.
Avanços recentes, como a iluminação ligada, estão a chegar às cidades e às empresas, iluminando ambientes como o centro de San Sebastián em Espanha, SmartKalea, ou o centro de Los Angeles nos EUA, bem como empresas como a Deloitte, que utilizam a iluminação ligada para criar ambientes de trabalho inteligentes e distribuir a iluminação nas salas e nos espaços de trabalho que estejam a ser utilizados nesse momento.

A iluminação está a viver uma revolução e isto é só o começo.

Enrique Valer. Product Marketeer Convencional Lamps da Philips Lighting

Assinatura

 

  • Nome: Enrique Valer
  • Cargo: Product Marketeer Convencional Lamps da Philips Lighting
  • Local de trabalho: Madrid
  • Tempo de trabalho para a Philips Lighting: 9 anos
  • Paixões e interesses: séries, cinema e a minha família. Recomendo a série “Stranger Things”